Ahhh… Porto Alegre…
8 de agosto de 2008

Ouvindo: Stone Temple Pilots – 4

Ahhhhh… Fazia tempo que eu não sabia o que era sair e voltar de casa sem ouvir uma buzina nos cornos. Por incrível que pareça, mas depois de quase 2 anos de Rio de Janeiro, voltar pra Porto Alegre, pra aquele ambiente pacato, sem engarrafamento, sem stress, é quase um choque térmico.

Antes de qualquer coisa, lógico, conhecer a casa nova da minha mãe. Ela se mudou dos cubículos para uma casa. Aliás, é 60% de uma casa. Ainda falta fazer bastante coisa, mas a calma da nova moradia não tem preço. Apresentei a Fernanda pra vários amigos, infelizmente não consegui conversar com todos, mas acontece. Pessoas têm suas prioridades, e não podemos julgá-las por não serem mais o que eram quando nós as conhecemos. Paciência.

Voltando a Porto Alegre. Tudo corria semi-bem, pois ficamos 2 semanas sem internet e mais 1 semana pra montar a rede. Completando: o trabalho de verdade mesmo aconteceu só na última semana.


Melhor ambiente de trabalho “ever”!

Pra variar o Brandesco comeu toda nossa grana. Clonaram nosso cartão de débito e gastaram às pampas. As oficinas mecânicas e as lojas de auto-peças foram à loucura. Pra não dizer que deixaram a gente sem 1 centavo, ainda sobravam 3 reais do limite, até que o banco inventou uma taxa qualquer e comeu esses míseros trocados. Então fica o novo ditado: “o que o ladrão não rouba, o banco te toma”

Então nessa de não ter mais grana pra nada acabamos ficando em casa. Vimos 2 filmes: Norbit e Eu Sou a Lenda. O filme do Will Smith é um dos piores que ele já fez, e ainda tiram brasileiro pra ignóbil. Nossa, pegar um brasileiro que não conhece Bob Marley é o mesmo que pegar um palhaço que não conhece circo. O reggae está entranhado na cultura brasileira. Uma pessoa pode não gostar de Bob Marley, mas dizer que não sabe quem é, que nunca ouviu esse nome, é meio apelativo. Já Norbit é aquela famosa comédia pra mostrar que Eddie Murphy é capaz de fazer vários papéis, repetindo o que já havia feito com “Um Príncipe em Nova York”, mais outros filmes que não lembro o nome agora.

A mãe tá com uma pseudo-mascote, a Paola, e também tem 2 passarinhos. Um deles é um dos bichos mais retardados que eu já vi. Ele inventou uma lingua própria que mistura português (oi, tchau!) com inglês (bitch, shit!) e mais alguma língua falada na China. Juro que parte do que ele falou no vídeo abaixo estava no discurso de abertura das Olimpíadas de PequimBeijing:

Na despedida fui obrigado a fazer uma montagem com algumas fotos da Juliana, minha prima. Confira abaixo:


Por hora acho que é isso. Trabalho, muito trabalho, deixa a gente meio que sem tempo pra pensar. Mas esse semestre resolvi dar um tempo na faculdade, então pode ser que eu atualize o blog mais vezes.

C-ya!

Chris



Escrito às 19:08 | Link | | Comments (0)

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