Escutando: Kraftwerk – Computer World
Uma música que faz um certo tempo que eu não escuto, mas que não sai da minha cabeça, é Blue, do A Perfect Circle. Foi uma das últimas músicas do 13th Step que eu comecei a gostar. A preferida sempre foi Pet, seguida de Weak and Powerless, e Blue sempre ficou entre as últimas preferidas, isso depois de entrar pra lista. Eu acho legal a linha, meio clichê por sinal, “close my eyes just to look at you, taken by the seamless vision”, onde vem seguida por 3 vezes “ignore the smoke”. Músicas têm múltiplos sentidos, depende apenas do seu ponto de vista.
Um exemplo disso foi sexta, que eu fui na casa do Podrão buscar o season finale do Lost pra Aline, que eu me propus a assistir inteiro com ela (não apenas o season finale, mas a primeira e a segunda temporada inteiras. Será que eu aguento?). A banda oficial do carro é Tool. Quando não está rolando o 10,000 Days, que chega oficialmente pra mim essa semana, quem toma o lugar é o Lateralus. A música em questão é a Schism. Parece meio sem nexo no começo, mas a minha percepção na hora entendeu ela de maneira completamente diferente. A maneira como se usa a metáfora na letra dessa música é impressionante. Foi com bandas tipo essa que eu aprendi a como fazer as letras das músicas da minha banda, onde você pode tirar várias conclusões, e digo que algumas pessoas já tiraram conclusões precipitadas, sendo que eu não explico pra ninguém o que estava se passando pela minha cabeça na hora de escrever. Se você entendeu alguma coisa, é porque a música te tocou daquela maneira. Não é necessário nenhum ponto de vista, nenhuma explicação. Guarde o que você sentiu para você mesmo, e a música se tornará algo especial.
“Eu sei que as peças se encaixam, porque eu vi elas caindo”
Tool, Schism
Assim como muita coisa que eu escrevo aqui, procuro ser o menos direto possível. Algumas pessoas comentam comigo sobre o que está acontecendo e tal. Esses dias eu estava usando minha imagem do Conker no Messenger e a Dani lá do serviço perguntou se eu estava triste, porque pra ela o Conker estava triste e a minha frase pessoal, que eu não lembro qual era, poderia ter duplo sentido, que eu não tinha notado até aquele momento. Eu estava no melhor dos meus humores, o Conker com a melhor cara de Alex de Large, e alguém vem me perguntar se o meu astral estava bom. Interpretações…
I’m the operator of my pocket calculator
Eu sou um cara nostálgico sim, admito. Ouvir o vinil do Kraftwerk, Computer World, num domingo ao meio dia, faz lembrar dos tempos que eu era criança. A música que está tocando nesse exato momento é Computer World, e é impossível, pra quem gosta de Coldplay, escutá-la e não lembrar do Chris (belo nome) cantando:
“You can take a picture of something you see
In the future where will I be?
You can climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody has sung, or do
Something that’s never been done”
No último disco deles, X&Y, tem a música Talk, a qual o refrão é baseado na Computer World. Ficou legal essa parte da música na guitarra. Eu mesmo não tinha imaginado como ela ficaria com uma certa distorção. Bandas como Rammstein, com sua cover de Das Modell, já detonaram as notas dos 4 alemães, e Rammstein a fez no mais belo e puro metal industrial. O carinha que tocava comigo na minha antiga banda, e que eu tenho saudades, pois faz mais de 3 anos que não falo com ele, odiou a versão. Eu ouvi uma história que o eles tocaram essa música em um desfile de moda. Alguém confirma?
Wolverine Vs. Robert Langdon
As duas últimas estréias que eu vi me decepcionaram um pouco. The DaVinci Code foi, no máximo, mediano. A interpretação do Tom Hanks como Robert Langdon foi completamente inexpressiva. No desfecho do final da película, onde ele descobre que toda uma teoria que a Igreja Católica ostenta foi por água abaixo, a expressão é de alguém que está pensando algo tipo “mas o que foi que eu comi ontem mesmo?” As interpretações da Audrei Tautou e do Jean Reno foram espetaculares. Ian McKellen como Leight Teabin também não convenceu, assim como Paul Bettany é mirrado demais para bancar o gigante Silas. Ok, tudo bem que ele é albino por natureza – detalhe que não pode faltar: “A comunidade albina ficou ofendida com o filme“. Blergh! Que se preocupem com coisas mais importantes! – mas eu preferia que tivessem “albinizado” Michael Clarke Duncan (The Green Mile, Sin City), que é negro, ou Vinnie Jones (X-Men: The Last Stand, Snatch) do que terem pego Bettany para o papel. Na hora que ele vai matar a freira, até parece meio grande, mas no meio dos outros atores não teve como disfarçar. As locações foram excelentes, algumas interpretações brilhantes, mas com um cast desses e uma adaptação da história que deixa a desejar, o filme não mereceu toda a espectativa que eu, e a maioria da população, havia criado.
Já X-Men: The Last Stand foi legal. Era um filme que eu não esperava muito, e gostei do que vi. Pena que a interpretação da gatíssima Anna Paquin(Rogue) foi praticamente nula, mas a história eu gostei bastante. Pra quem ainda não viu, e vai ver, uma dica: fique até o final dos créditos! Sério mesmo, após os créditos tem uma cena de 10 segundos (eu contei 8, mas isso não interessa) em que algo muito importante é revelado. Ainda bem que o Rodrigo estava junto e avisou, porque eu não tinha a menor idéia que existia alguma coisa além. O único filme que eu tinha visto isso era o Matrix Reloaded, que tinha o trailer do Revolutions.
Time for OS X
Finalmente consegui instalar o Mac OS X no meu computador do serviço. Já estava pra comentar isso aqui faz dias, mas a falta de tempo não deixou mais eu me aproximar do blog. Me empolguei com o resultado! Mesmo sem Quark Extreme e Core Image, os sitema rodou bem. Lógico que, devido à incompatibilidade total do hardware, o sistema rodou meio lento, e mesmo assim é algo de outro mundo. Pra quem estava acostumado com Windows e Linux, pegar uma imagem dmg, dar 2 cliques e arrastar o ícone para os aplicativos para que um programa esteja instalado é uma benção dos deuses. Eu cansei da informática e de suas complexidades. Muitas pessoas ganham dinheiro em cima do erro dos outros(ex.: Micro$oft), cobram pela soluções de problemas que foram criados propositalmente, e o OS X está aí para fazer com que as pessoas percam menos tempo com manutenção e reinstalação de qualquer coisa.

Safari visitando um dos sites mais importantes da internet atual.
Isso me motivou a trocar a placa mãe e o procesador de casa pra algum hardware suportado pelo sistema da Apple. Enquanto eu não compro meu MacBook, vou me virando assim.
Web trash
Ultimamente, vagando por aí, tenho presenciado a quantidade de lixo que a gente pode ver nas horas vagas, que infelizmente pra mim são raras.
- Uma das piores perda de tempo da humanidade é o blog do Rob Sheridan, e por quê não dizer que essa inutilidade vicia?
- Population Paste é algo (procure ver o querido Mitch)!
- Outra preciosidade humana é o eFuckt, com a cena de um parto. Garotas: não fiquem preocupadas com o que acontece. É a coisa mais normal do mundo! Acontece algumas centenas de vezes no hospital perto da sua casa.
- A briga do Robocop Vs. Neo foi bem feita também.
- Kiko Psy
- Até o Fórum secreto essa semana estava mais do que foda!
- Mas a melhor da última semana foi:
An Inconvenient Truth
Preocupado com o aquecimento global?
An Inconvenient Truth.
Pra quem não faz a menor idéia do que é, clique aqui.
PS: Aeon Flux, o filme, não é tudo aquilo, mas é bom.
PS2: D13, ou 13º Distrito, é muito foda!
PS3: ADSL da Brasil Telecom, assim como qualquer outro serviço deles, é uma bosta. Fique longe!
PS4: Eu quero meu Wii!!!!!!!!!!
The Perfect Dinner
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E estava muito boa essa pizza, também quem foi que fez?
Tá bom não foi só eu que fiz, foi o Rodrigo, o Christian e eu .
Pena que o vinho não era muito bom, mas deu pra ficar bêbada.
Comment by Aline Terres — 28 de maio de 2006 @ 22:13