Um ajuste na nova versão do Google Desktop cobriu uma grave falha de segurança que permitia que crackers obtivessem senhas e informações pessoais através do aplicativo desenvolvido para trabalhar em conjunto com o sistema de buscas.
A descoberta foi feita por um hacker israelense chamado Matan Gillon, e de acordo com Sonya Boralv, os usuários não têm mais porque se preocupar. Não foi explicado que tipo de alteração foi feita, mas a Microsoft também confirmou a falha e prometeu que o ajuste no seu navegador Internet Explorer será feito em uma futura atualização.
Como solução temporária, o próprio hacker informou que o melhor a fazer era desabilitar as funções de JavaScript do navegador ou até mesmo usar um outro.
Fonte: Terra
De novo eu repito: GO MOZILLA!
O que fazer num sábado à noite numa cidade vazia (Tramandaí Beach), onde as rodas punk foram poluídas por fãs de Good Charlotte e Charlie Brown? Ficar na frente da TV vendo Titanic? Ir dormir? Ou ficar vadiando na internet?
Aproveitando a onda NIN que invadiu a minha vida, estou explorando todos os cantos do The Spiral. Legal ver que algumas bandas se importam com os fãs que estão na internet. Toda a vez que esse assunto vem na minha cabeça acabo pensando numa das bandas mais fodas de todos os tempos, ao menos pra mim, e que hoje está completamente falida e acabada: Sepultura.
Vendo no Spiral um tópico sobre fotos de shows que o Rob vem atualizando direto, eu fico pensando onde é que os reis do metal brasileiro (que já estiveram no topo do mundo) começaram a se perder.
Eu acho, no fundo da minha ingenuidade, que tudo isso começou quando os meios eletrônicos tomaram de assalto tudo o que era convencional e tornava as bandas seguras: o palpável. Hoje a Internet é o maior e mais barato meio de divulgação de notícias existente. Impossível não gastar algumas horas por semana na frente de um computador para ver seus e-mails, navegar um pouco no Google e trocar figurinhas nos fóruns de bandas de rock (ou qualquer outro tipo de fórum). Foi aí que o Sepultura viu que o chão seguro estava obsoleto, que eles deveriam tomar de assalto os cabos de fibra óptica e dominar o mundo novamente conversando direto com os fãs, como quase todas as bandas fazem hoje em dia (incluindo, quem diria, o Metallica, que já brigou com a Internet por causa da pirataria).
Eu conversei com o Sonho e com o Bruno sobre a idéia de nós, fãs hardcore da banda, fazermos a filmagem e edição do Live in Sao Paulo. Eu sabia que não viria algo legal por parte de uma produtora porque ninguém além do fã old school ainda entende o Sepultura.
Bom… Amigos… Para quem acha que houve algum comentário, a reposta é “não”. Infelizmente o Sepultura não acredita mais nem nos fãs. O Iggor (nome de putinho fashion) só quer girar os pratos(não que isso seja ruim, eu curto pra caralho trabalho de vários djs, assim como gosto de música eletrônica, mas largar todo o império que criou por achar que ser baterista “não tem mais graça” é o cúmulo do ridículo), o Derrick e o Paulo só querem saber do seu boteco de playboy. O que resta ao mestre Andreas?
Esse cara sim é foda. Andreas Kisser: um dos nomes que eu mais respeito no mundo da música. Ele pode tocar com Júnior, pode tocar com quem for, que vai ser sempre respeitado. Eu ouvi uns boatos de que o Max não vai poder tocar no show de fim de ano da Road Runner. É uma pena. Talvez o Alemão visse que tá perdendo tempo ao lado de três inúteis e chutasse o pau da barraca montando um projeto com o Vovô Banguela. Foda-se Iggor, Derrick e Paulo. Que morram com seus egos inflados. Andreas is god forever and ever!
Enquanto eu escrevo isso, o Ozzy fica enchendo o saco me humilhando com a conexão de 50MB/s dele. Que morra também com o HD lotado de lixo!
Agora eu tenho que dormir um pouco, porque segunda volto à minha vida pacata.
Topic revisited: durante a minha estadia em SP, ainda encontrei a Carol Pinedo, que fez curso de Web Design comigo no SENAC Cidade Baixa em 2003. Muito massa encontrar ela bem longe de casa!
Quinta passada eu e a Aline pegamos o vôo das 23:40 rumo à São Paulo para duas coisas que eu queria faz tempo: conhecer a galera do fórum do Sepultura, que converso a mais de 4 anos, muita conversa fora mesmo, e ver o tão esperado (10 anos) show do Nine Inch Nails.
Chegamos em São Paulo pouco mais da 1 da manhã de sexta, o Oswaldo e um amigo dele, gente fina pra caralho, nos receberam no aeroporto. Fomos pra casa dormir direto, já que o dia seguinte (?) seria longo, e toda a energia disponível deveria ficar para dia 26.
Pela manhã o André, primo do Ozzy, nos levou pra dar uma volta pela cidade. Andamos pela avenida paulista, onde encontramos um recado pessoal da Patrícia querendo que eu pegue ela de “geito”. O começo pelas zonas de baixo meretrício até foi legal. Pena que o tempo estava curto e não deu pra conhecer muita coisa. Andamos pela Av.Paulista e, por questão de alguns dias, não fomos presos no Stand Center.

Eu, Bruno, Sonho e Ozzy enchendo a cara na mesma noite.

Ozzy, Rodrigo e eu, aquecendo pra ver Fantomas!

Anti-Anti, Eu, Ozzy e o Chaos.
Fantomas: a coisa mais insana que eu já vi. Tocaram algumas coisas do Director’s Cut, mas a estrela da noite foi o Suspended Animation. Antes do show o Patton falou que queria ver uma reação diferente, que no final do show todo mundo se questionasse “mas que porra é essa?”, e foi exatamente o que aconteceu. Eu conheço pouco, tenho só o Suspended Animation, que igualmente ouvi pouco, mas digo que ao vivo os caras são foda. Pena que o Lombardo não pode vir, perdeu uma festinha do caralho!
Durante o novo aquecimento pra ver um show que eu vinha esperando fazia tempo, quem cruza pela minha frente é o Rob Sheridan. Tipo um TR da web. É webmaster do nin.com, dirigiu o And All That Could Have Been e o clipe da The Hand That Feeds. Segui ele, depois de a Aline me puxar pelo braço, pra trocar umas idéias e, de bônus, encontramos o Alessandro Cortini. O mais curioso dessa história é que os dois foram numa lojinha de camisetas comprar algumas coisas. Cheguei na boa pra conversar com eles, tiramos duas fotos, e os caras da lojinha ficaram olhando com uma cara tipo “quem será que são esses?”. Detalhe: 80% das camisetas eram do Nine Inch Nails




Pra uma Canon A510, até que não fui tão mal.
Ainda no final teve um presentinho:
Ainda curtimos uma viagem pra Atibaia, com direito a uma segunda feira de piscina a tarde inteira, mas tudo depois do Rodrigo encher muito o saco! E uma aurora dos Deuses.