Tudo começou alguns anos atrás, com um passeio pelo Praia de Belas Shopping Center, em Porto Alegre. Estava lá com o meu afilhado pra ver Pokemon, O Filme, quando passamos pela frente da Sweet Sweet Way pra comprar uns doces. Vi que tinha coisas como dentaduras, ratos e achei legal. Enchemos um saquinho e fomos pro cinema. No próximo filme, vamos repetir… No próximo, Sweet Way antes de qualquer coisa. E assim foi indo, mas só comia quando era pra ver algum filme.
O que aconteceu é que eles não estão mais comprando ratos. Estava até perdendo um pouco a graça quando descobri que os doces não são fabricados exclusivamente pra Sweet Way, e sim vendidos na maioria dos supermercados pela Fini. Agora fodeu…

Aqui está a perdição. Os doces em saquinhos.
Não sei se esse ano ainda vai dar, porque falta pouco tempo pra acabar e os próximos fins de semana estarão impossíveis de fazer, mas quero fazer um rancho só dessas preciosidades da natureza. O que a tecnologia não faz, hein?
Mas… Estávamos a caminho da casa da Dari pra festa de fim de ano da Primavera, paramos em um supermercado na Assis Brasil pra pegar alguns doces e, adivinha quem encontramos? Exatamente quem você está pensando! O Papai Noel estava lá! Ele mesmo! Com sua barba branca, sua roupa de Polo Norte em pleno verão exorbitante tupiniquim! Estávamos eu, a Aline mais uma colega dela e a filha, que queria tirar uma foto com o Santa Claus. A amiga da Aline tirou uma câmera analógica da bolsa e me deu: “Tu sabe tirar foto muito bem! Tira pra mim?” Nossa mãe… Quanto tempo faz que eu não mexia numa câmera dessas. Ainda dizem que as digitais são point-and-shoot. Aquilo que é câmera point-and-shoot! Eu só enquadrei e… flash! (a foto foi sem flash, mas o efeito é legal pra demonstrar o momento). Não precisei cuidar do foco, não precisei ver ISO, nada. Só apontei e… Flash! Voltei no passado. Até deu vontade de colocar a minha Canon no guarda-roupas e pegar uma real point-and-shoot pra sair brincando.
Então o Papai Noel puxou assunto perguntando se eu não era o cara daquela banda… Que canta “deixa a vida me levar”… qual é o nome mesmo? JOTA QUEST!

Quem sou eu: O da direita ou o da direita?
Nossa mãe… Eu não me acho parecido com o carinha, nenhum parente meu (com excessão da minha afilhada) me acha parecido de tal maneira, mas todo mundo que me vê a primeira vez fala “tu não é o cara do Jota Quest”. CARALHO!!!! EU NÃO SOU PARECIDO E DEU!!!!!
Alguns meses atrás eu estava na Pier conversando com o Gordo sobre alguns programas de áudio, sobre o Mac mini e esse lance de gravação por trilhas quando um carinha se vira pra mim e pergunta: “Tu não é o carinha do Jota Quest?”. Não caralho! Não sou. “É que eu vi vocês conversando sobre estúdio e achei que fosse”. Ok! Quer tirar uma foto minha com o pau de fora? Ou quer me dar dinheiro? Então piss off!!!
Eu só sei da existência dessa banda por causa dessas comparações medonhas. Eu só sei o nome do cara porque o Weliton me falou. Depois disso eu notei que já tinha escutado alguma coisa deles, mas prefiro continuar a minha busca pelo Autolux – Future Perfect em alguma loja de Porto Alegre.
Se tu quiseres me dar esse disco de presente, eu não ficarei nem um pouco brabo. Até vou te deixar falar “Nossa! Tu não é aquele cara da tv? Como é mesmo o nome… Brad Pitt?”
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hahaha gordao. Rogério Flausino é foda hein.. Ou pior é o weli que é pai do koquinho e toca naquela banda do Cleston?
Gordao atualiza mais essa porra, ok.
Comment by oswaldo — 20 de dezembro de 2005 @ 08:17