19 de dezembro de 2005
My new addiction: gummies! (plus Fuck Flausino!)
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Tudo começou alguns anos atrás, com um passeio pelo Praia de Belas Shopping Center, em Porto Alegre. Estava lá com o meu afilhado pra ver Pokemon, O Filme, quando passamos pela frente da Sweet Sweet Way pra comprar uns doces. Vi que tinha coisas como dentaduras, ratos e achei legal. Enchemos um saquinho e fomos pro cinema. No próximo filme, vamos repetir… No próximo, Sweet Way antes de qualquer coisa. E assim foi indo, mas só comia quando era pra ver algum filme.

O que aconteceu é que eles não estão mais comprando ratos. Estava até perdendo um pouco a graça quando descobri que os doces não são fabricados exclusivamente pra Sweet Way, e sim vendidos na maioria dos supermercados pela Fini. Agora fodeu…


Aqui está a perdição. Os doces em saquinhos.

Não sei se esse ano ainda vai dar, porque falta pouco tempo pra acabar e os próximos fins de semana estarão impossíveis de fazer, mas quero fazer um rancho só dessas preciosidades da natureza. O que a tecnologia não faz, hein?

Mas… Estávamos a caminho da casa da Dari pra festa de fim de ano da Primavera, paramos em um supermercado na Assis Brasil pra pegar alguns doces e, adivinha quem encontramos? Exatamente quem você está pensando! O Papai Noel estava lá! Ele mesmo! Com sua barba branca, sua roupa de Polo Norte em pleno verão exorbitante tupiniquim! Estávamos eu, a Aline mais uma colega dela e a filha, que queria tirar uma foto com o Santa Claus. A amiga da Aline tirou uma câmera analógica da bolsa e me deu: “Tu sabe tirar foto muito bem! Tira pra mim?” Nossa mãe… Quanto tempo faz que eu não mexia numa câmera dessas. Ainda dizem que as digitais são point-and-shoot. Aquilo que é câmera point-and-shoot! Eu só enquadrei e… flash! (a foto foi sem flash, mas o efeito é legal pra demonstrar o momento). Não precisei cuidar do foco, não precisei ver ISO, nada. Só apontei e… Flash! Voltei no passado. Até deu vontade de colocar a minha Canon no guarda-roupas e pegar uma real point-and-shoot pra sair brincando.

Então o Papai Noel puxou assunto perguntando se eu não era o cara daquela banda… Que canta “deixa a vida me levar”… qual é o nome mesmo? JOTA QUEST!


Quem sou eu: O da direita ou o da direita?

Nossa mãe… Eu não me acho parecido com o carinha, nenhum parente meu (com excessão da minha afilhada) me acha parecido de tal maneira, mas todo mundo que me vê a primeira vez fala “tu não é o cara do Jota Quest”. CARALHO!!!! EU NÃO SOU PARECIDO E DEU!!!!!
Alguns meses atrás eu estava na Pier conversando com o Gordo sobre alguns programas de áudio, sobre o Mac mini e esse lance de gravação por trilhas quando um carinha se vira pra mim e pergunta: “Tu não é o carinha do Jota Quest?”. Não caralho! Não sou. “É que eu vi vocês conversando sobre estúdio e achei que fosse”. Ok! Quer tirar uma foto minha com o pau de fora? Ou quer me dar dinheiro? Então piss off!!!

Eu só sei da existência dessa banda por causa dessas comparações medonhas. Eu só sei o nome do cara porque o Weliton me falou. Depois disso eu notei que já tinha escutado alguma coisa deles, mas prefiro continuar a minha busca pelo Autolux – Future Perfect em alguma loja de Porto Alegre.

Se tu quiseres me dar esse disco de presente, eu não ficarei nem um pouco brabo. Até vou te deixar falar “Nossa! Tu não é aquele cara da tv? Como é mesmo o nome… Brad Pitt?”



Escrito às 19:05 | Link | | Comments (1)
17 de dezembro de 2005
Daddy’s home cross the ocean… Leaving just a memory…
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Hoje eu estava em alguns fóruns, conversando sobre autoração de DVDs, menus, gatas fazendo sexo oral e outras coisas indispensáveis na vida de um ser humano, e acabei caindo na Amazon vendo a discografia do Korn. Ali lembrei que o primeiro vídeo deles que eu tive foi o Family Values ’98, que na época eu achava fantástico. Sou obrigado a reconhecer que fui fã de Korn até o lançamento do Issues, e que através deles conheci outras bandas, tipo Orgy, que eu ainda gosto, apesar de não ir muito atrás.

E, como uma coisa puxa outra (sempre é assim), comecei a lembrar da época que pegamos esse vídeo. Eu ainda não era casado, costumava passar algumas noites fora de casa, indo pro Gulli’s em Canoas, no Bar do João (ô tempo foda esse) ou simplesmente ficar bebendo vinho/cerveja/cachaça na Osvaldo Aranha. A partir daí vieram os amigos, eram tantos que não vou citar nenhum porque se eu esquecer alguém será uma injustiça (mesmo porque eu mal sei meu próprio nome, como é que vão querer que eu lembre do nome de outras pessoas que eu não vejo faz tempo).

Então, isso acabou lembrando uma viagem dessa turma pro litoral. Ficamos acampados em Tramandaí Beach, mas as festas aconteciam em Imbé. Como era só um fim de semana, chegamos lá na sexta e já fomos direto pra festa. Várias bandas por lá, achamos um bar pra ficar tomando uns capetas (aquilo era novidade na área). Eu sou meio fraco pra bebida. Sempre fui e sempre serei, não adianta tentarem me embebedar muito porque o máximo que vai acontecer é eu ficar chato e vomitando. Voltando… Achamos um barzinho legal e ficamos lá. Tomei uns 2 capetas e senti que o negócio ‘pegou’. Parei de beber, fiquei só na água. O Rodrigo começou a encher o saco: “Fraco! Bebe fraco!”. Eu fiquei na minha, só falei “não vai mais cara”. Ele deu risada. Lá pelas tantas eu saí de lá com uma guria, que era namorada de um amigo meu, que também estava em Imbé. A nossa amizade era foda. O cara tava dando banda, eu e ela fomos pra beira do mar. Eu vejo ela quase todos os dias na Cavalhada, quando estou indo trabalhar as 6 da manhã. Mas acho que ela não deve mais se lembrar, porque na época eu era magricelo e cabeludo. A gente deu um tempo lá. Ela até foi no mar molhar as canelas, mas eu fiquei na areia.
Algum tempo depois, voltando lá pro bar, encontramos o Rodrigo todo vomitado, o dono do bar puto da cara falando “vocês conhecem ele? tirem ele daqui!!!! vai sujar todo o meu bar!!!!”. Hahahahahahahahahahaha! Depois eu que sou o fraco! Levamos ele pra uma pracinha, uma outra amiga nossa foi buscar uma água pro bêbado. E ficamos ali, rindo dele, conversando sobre outras coisas (tipo a origem do universo e os mantras, só papo ‘cabeça’). Isso lembrou que da época o serviço não era tão estressante, a responsabilidade menor e a diversão muito maior que os dias de hoje.

E toda essa lembrança começou com uma desconstrução de um menu de DVD em um fórum da internet. Haja link pra tudo isso!



Escrito às 09:22 | Link | | Comments (1)
13 de dezembro de 2005
Music… Non stop: Technopop!
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Domingo eu e o Rafael, como coloquei no post anterior, voltamos com o Cumulus Nimbus. A primeira música está ficando muito do caralho! Estamos adicionando algumas coisinhas a mais, porque até então tinhamos apenas demos gravadas em estúdio ano passado.
O maior problema por enquanto estava em “quem será que vai gravar a bateria?”
Ok! Eu sei tocar bateria. No Almost Some era eu o baterista e, por causa da minha postura políticamente incorreta, acabei fodendo meu braço e adquirindo uma amiga eterna, chamada burcite. Até uns 2 anos atrás, quando eu tocava bateria em ensaios com o Cumulus mesmo, o ombro direito doía horrores por causa dessa maldita. Comecei a fazer fisioterapia, mas o tempo não me deixa mais ir nas sessões.
Só agora eu compreendi que forçava demais os braços. Tanto que fiz um ensaio no meio desse ano com uma banda de Ozzy cover, tocando bateria, e não deu nada, nem uma dorzinha. A tática foi deixar os músculos soltos, deixei a baqueta me levar após a pancada nos pratos ou nos tons, e ficou tudo jóia. Esse é o meu conselho pra quem estiver começando a tocar bateria ou já esteja tocando e não se sentindo numa situação muito confortável: cuide da sua saúde, pois depois que foder, FODEU!, não tem volta.

A idéia principal de pegar um baterista de fora é trazer novas influências. O Paulo trouxe muita coisa do punk rock, do Pearl Jam e de bandas que ele gosta. Isso influênciou a música do Cumulus Nimbus de uma maneira extremamente positiva. Infelizmente não conseguimos mais manter contato, por isso que eu e o Rafael decidimos pegar outra pessoa.

Então chegou a hora de anunciar: o cara que vai cuidar da bateria do Cumulus Nimbus nesse primeiro CD será o Maicon, do Caos de Curitiba. Em março desse ano, quando eu fui pra lá, fiquei literalmente babando no ensaio dos caras. Foi muito foda presenciar ao vivo a técnica desse bêbado desgraçado. Comentei com ele sobre o convite e ele topou, então falei com o Rafael e ele achou a idéia do caralho!
Agora nós vamos finalizar as músicas com bateria eletrônica, pra manter o ritmo e dar uma idéia de como a gente vê o negócio como um todo, e mandar pro cara viajar em cima, já que as músicas estão bem quebrada, o que é um prato cheio pra um cara cheio de técnica que nem esse lixo tóxico.

Tenho certeza que será algo muito foda! Valeu Maicon por ter aceitado participar desse projeto!

PS: Bruno, o Tributo vai bem, obrigado! Quando menos esperarem ele vai estar brilhando na Internet, FOR FREE!



Escrito às 19:17 | Link | | Comments (0)
10 de dezembro de 2005
The plans for 2k6, the alter-ego, the band, the truth and something more to don’t let the main text appears on the title list.
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O ano de 2006 está se indo. Agora começa toda a onda nostálgica, todo mundo parecendo mais feliz do que é, a tristeza de que mais um ano se passou e não fizemos muitas coisas, e tudo mais que acontece todos os anos nos dias que precedem a data de 25 de dezembro.

Meu principal objetivo para 2006 é trabalhar menos. Depois da viagem pra SP, de conhecer aquela galera foda, de ver NIN e Fantomas ao vivo, e de me esquecer de chutar a bunda do Ozzy, descobri que sair do meu pequeno mundinho é a melhor coisa que eu fiz nos últimos 28 anos.

Apesar de a agenda de janeiro e fevereiro já estarem feitas, e de eu ter que trabalhar de domingo a domingo (com duas pausas durante a semana, que explicarei mais adiante), não quero que março e os meses seguintes sigam no mesmo ritmo.

1a. coisa a fazer: Cuidar mais de um projeto que atualmente se chama Cumulus Nimbus. Essa é a banda que eu e o Rafael estamos tentando nos envolver de novo. Temos 3 músicas prontas (Ok! São 4, mas uma ninguém pretende tocar nunca mais), mais a cover da Nomad que está no Tribute to a Nation, que será lançado em breve. Eu decidi dedicar 2 dias na semana pra banda. Na real vai ser um dia à noite, durante a semana, e um dia no fim de semana, que ficará conforme o trabalho de cada um. Eu tenho muitas idéias, muita coisa vêm à minha cabeça e eu não estou gravando e tudo está se perdendo, e isso não pode continuar acontecendo. Às vezes eu anoto alguns pensamentos no celular, que é a única coisa que anda comigo o tempo todo.

2a. coisa a fazer: Tornar a minha empresa oficialmente reconhecida pelas instituições que cobram impostos que deveriam ir para projetos sociais, culturais e para o bem do nosso país mas que acaba sendo desviado dos cofres públicos e ninguém faz nada. Achei interessante o que o torcedor do Internacional de Porto Alegre fez. Eu não sabia que uma pessoa física podia entrar com um recurso contra uma instituição poderosa como a CBF. Muuuuuuuuuuuuuuuuuuito interessante mesmo! Seria legal se o povo brasileiro se voltasse contra o governo e quisesse o que pagou de imposto de volta, sendo que esse dinheiro é desviado pra cueca de uma pessoa, sacola de outra, conta no exterior de outra, etc.

3a. coisa a fazer: Fotografar mais. Eu tenho que usar mais minha câmera, aprimorar mais a minha técnica. Algo que eu penso em gastar um tempo ano que vem é em um bom curso de fotografia. Não pelo fato de que preciso aprender a fotografar, mesmo porque estou me saindo muito bem para o conhecimento que eu tenho, mas sim porque vou ser obrigado a gastar um tempo com a câmera focando alguma coisa.

4a. coisa a fazer: Retomar os estudos e entrar para uma faculdade. Depois que eu descobri alguns cursos de uma universidade que tem perto do meu serviço, resolvi voltar com a idéia de usar meu cérebro para coisas mais úteis do que pensar em besteiras 24 horas por dia. Tá certo que isso é bom, e as pessoas estranham muito quando eu não acordo bem, mas eu acho que, no mínimo umas 6 horas e 66 minutos por mês eu tenho que ficar quieto aprendendo alguma coisa que possa deixar meu futuro mais claro, porque hoje eu ainda não sei o que eu quero fazer.

5a. coisa a fazer: Deletar minha conta do Orkut. Não me pergunte o motivo, mas eu ainda não deletei minha conta desse serviço um tanto inútil. (Tá bom!!! Eu que não sei usar aquela naba e acabo colocando a culpa nela!)

6a. coisa a fazer: Passar o resto do meu blog que está no MySpace pra cá. Já que eu me empolguei de novo com essa história de blog, seria interessante concentrar todo ele aqui.

Agora lá vou eu de volta pro serviço. Mesmo porque tenho que terminar alguns sites. montar a árvore de natal, e adiantar tudo o que eu teria para fazer amanhã, mesmo porque eu marquei com alguém alguma coisa e não lembro o que é.

PS: Ah! Lembrei! É a banda! Preciso berrar um pouco no microfone e tocar alguns acordes na Ibanez!

C-ya on the road!



Escrito às 15:36 | Link | | Comments (1)
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